quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Educação e tecnologias: O novo ritmo da informação

KENSKI, Vani Moreira. Tecnologias também servem para fazer educação. ___In: Educação e tecnologias: O novo ritmo da informação. 2 ed. Campinas, SP: Papirus, 2007.

Mídias e Educação: Mediações e movimentações

Resumo[1]

Por:

Deyjane Oliveira
Jayza Oliveira
kely Lopes
Normaci Cardeal[2]


Segundo o autor, a imagem, o som e o movimento oferecem informações mais realistas em relação ao que está sendo ensinado. Quando bem utilizados, provocam a alteração dos comportamentos de professores e alunos, levando ao melhor conhecimento e maior aprofundamento do conteúdo estudado. Por mais que as escolas usem computadores e internet em suas aulas, estas continuam sendo seriadas, finitas no tempo, definidas no espaço restrito das salas de aula, ligadas a uma única disciplina e graduadas em níveis hierárquicos e lineares de aprofundamento dos conhecimentos em áreas especificas do saber. Mais importante que as tecnologias, que os procedimentos pedagógicos mais modernos é a capacidade de adequação do processo educacional aos objetivos que levaram você, pessoa, usuário, leitor, aluno, ao encontro desse desafio de aprender. As mediações feitas entre seu desejo de aprender, o professor que vai auxiliar você na busca dos caminhos que levem à aprendizagem os conhecimentos que são a base desse processo e as tecnologias que vão lhe garantir o acesso e as articulações com esses conhecimentos configuram um processo de interações que define a qualidade da educação.

As redes digitais e as rupturas no ensinar, aprender e viver

Resumo[3]

Por:

Edenilde Lima,Eliane Rios
Janaina Silva
Joseane Sousa
Marivania Sampaio[4]

A autora traz uma abordagem clara sobre ensinar e aprender na rede, com a vivência desse novo tempo tecnológico que tem sido de fundamental importância para a profissionalização e vivencia. A partir de algumas tecnologias o indivíduo se amplia como ser humano e se aperfeiçoa profissionalmente, onde a sociedade necessita cada vez mais de novos aprendizados. Que através das redes sociais que o ser humano adquire maior conhecimento, viabilidade, negócio e flexibilidade em todo aspecto cotidiano.com a educação esse processo é lento, havendo uma geração de educadores desqualificado para tamanha tecnologia. Assim os alunos tornam professores e os mesmos tornam alunos, que a geração é privilegiada a ser capaz de criar e executar programas, a ser concorrentes das grandes empresas totalmente qualificada, tornando referencias profissionais sem ao menos uma aperfeiçoamento a exemplo disso e quando um aparelho celular é lançado e chegam ao mercado eles conseguem manusear sem dificuldades e a ousadia de descobrir novos mecanismos, assim é essa nova geração que vem se destacando na era digital.

Nem tudo são maravilhas no uso das tecnologias na educação

Resumo[5]

Por:

Ana Kamila Miranda
Inara Sampaio
Katia Sampaio
Livia Rios[6]


Nem tudo são maravilhas no uso das tecnologias na educação é o que traz a autora, o novo ritmo da informação, onde defende que em meio a tantas tecnologias e a um imenso leque de opções digitais, não queira dizer que estamos a salvo de tudo. Ainda, segundo a autora, uma nova era se mostra a nosso alcance, trazendo com ela grandes desafios, onde teremos que aprender a conviver com suas complexidades. As tecnologias digitais são responsáveis pelos novos problemas na educação. Pois se paga caro por programas que não rendem muito ou por softwares que não produzem o que foi ofertado, por ser aculturados com uma realidade que não convém aos nossos alunos. Sem falar nos altos custos em manutenção e segurança que as instituições educacionais investem para manter as atividades on-line intactas. Diante a tantos caos, Kenski traz ainda outro sério problema, o acesso fácil que os alunos encontram nas tecnologias para a compra e venda de trabalhos escolares on-line, pondo em xeque os valores fundamentais da função da educação.

 O que não deu certo em educação

Resumo[7]

Por:

Amaria Sousa de Jesus
Edna do Rosário
Jozilda Araujo
Maria de Lourdes Araujo
Taynara Santos[8]


De acordo com a autora, as tecnologias avançam cada vez mais rápido por serem facilitadoras no nosso dia a dia, atraentes e com isso nossos alunos interagem ainda mais em ambientes virtuais e tecnológicos, prendem muito a atenção deles, porém os nossos profissionais não conseguem acompanhar esses avanços, e em seus planejamentos procuram usar estes meios porem com uma metodologia inadequada para trabalhar com esses recursos. O educador deve ter o cuidado de não levar para sala, textos cansativos, mas sim textos que apresentem uma linguagem de fácil compreensão, pois o educador pesquisador deve desenvolver um trabalho que leve o aluno a raciocinar, mediando conhecimentos que contextualizem com a realidade e a faixa etária de cada um.


Problemas nas relações entre mídias e processos educacionais

Resumo[9]

Por:

Ozileia
Jaciara
Edirlane Matos
Maria Louise[10]

O autor nos esclarece sobre quais os tipos de problemas existentes entre a mídia e a educação, o desfavorecimento do mau uso dessas tecnologias, onde muitas vezes não obtendo o alcance de seus objetivos. No entanto a tecnologia é útil e proveitosa, desde que saiba utilizá-la tornando-a como um auxílio e não como passa tempo de toda a aula. Esses problemas são complexos, e existentes em vários anglos como: Falta de conhecimento dos professores para o uso da mesma. A não-adequação da tecnologia ao conteúdo que vai ser ensinando. A aprendizagem só é realizada com a mediação de computadores, e entre outros. Sendo assim a tecnologia tem suas especificidades, porém só precisam ser compreendidas.

 Se de perto é complicado, de longe então...

Resumo[11]

Por:

Celma Mota
Karine Santos
Marivânia Sampaio
Yvana Araujo[12]

O autor aborda os problemas enfrentados pelos professores e alunos na educação a distância, muitos profissionais com grandes conhecimentos tecnológicos acharam que poderiam criar cursos a distância e aplicar qualquer conteúdo sem se preocupar como os mesmos seriam absorvidos. O que desenvolveu em experiências fracassadas, pois se pensava numa forma rápida de fazer educação... E, no entanto os cursos a distância na maioria das vezes não consideram os mínimos princípios pedagógicos onde oferecem conteúdos já existente em livros e apostilas ou módulos on-line e CDs e realizações de testes de múltipla escolha. O autor ainda aponta que o aluno não é considerado, o que realmente importa é o serviço de entrega de conteúdos na forma de curso, além da educação a distância existe outro exemplo, é a videoconferência uma ferramenta utilizada com regularidade em projetos educacionais a distância que também tem seus problemas. Portanto o que falta é uma equipe articuladora que venha sediar planejamento pedagógico diferenciado e propostas adequados para essa modalidade educacional.




[1] Trabalho solicitado pelo Prof. Charles Maycon de Almeida Mota na disciplina Mídias e Educação.
[2] Graduandas do curso de Pedagogia pela Faculdade Regional de Riachão do Jacuípe – FARJ.
[3] Trabalho solicitado pelo Prof. Charles Maycon de Almeida Mota na disciplina Mídias e Educação.
[4] Graduandas do curso de Pedagogia pela Faculdade Regional de Riachão do Jacuípe – FARJ.
[5] Trabalho solicitado pelo Prof. Charles Maycon de Almeida Mota na disciplina Mídias e Educação.
[6] Graduandas do curso de Pedagogia pela Faculdade Regional de Riachão do Jacuípe – FARJ.
[7] Trabalho solicitado pelo Prof. Charles Maycon de Almeida Mota na disciplina Mídias e Educação.
[8] Graduandas do curso de Pedagogia pela Faculdade Regional de Riachão do Jacuípe – FARJ.
[9] Trabalho solicitado pelo Prof. Charles Maycon de Almeida Mota na disciplina Mídias e Educação.
[10] Graduandas do curso de Pedagogia pela Faculdade Regional de Riachão do Jacuípe – FARJ.
[11] Trabalho solicitado pelo Prof. Charles Maycon de Almeida Mota na disciplina Mídias e Educação.
[12] Graduandas do curso de Pedagogia pela Faculdade Regional de Riachão do Jacuípe – FARJ.

domingo, 14 de setembro de 2014

ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DA PROPOSTA - AULA DO DIA 14 DE SETEMBRO DE 2014


Elementos que comporá o mini projeto para a utilização de meios tecnológicos e/ou midiáticos

  • Tema
  • Justificativa (máximo de 1 lauda)

Apresente o por quê desenvolver um trabalho com este tema, falando da importância do mesmo para os estudantes, apresente a série a que o mesmo se aplica e a quantidade de horas-aulas que será necessária à execução desta proposta.

  • Contextualização (proposta interdisciplinar) (máximo de 1 lauda)

Contextualize o tema com a realidade da nossa região, considerando aspectos político-econômicos, sociais e  culturais. Apresente como a interdisciplinaridade poderá acontecer através desse trabalho, apontando as habilidades que poderão ser exploradas.

  • Objetivos:
    • Geral

Este se relaciona diretamente com o tema (o que queremos alcançar)

  • Específicos

Este são etapas para se alcançar o geral

  • Desenvolvimento

Nesta parte irão detalhar como cada aula irá acontecer

  • Recursos 

Apresentar tudo que irão utilizar para as aulas

  • Avaliação 

Qual é a proposta de avaliação para a turma que este trabalho se destina? Apresentem os instrumentos que serão utilizados para verificar como se deu o processo de ensino e aprendizagem.

  • Referências
  • Anexos 

domingo, 16 de março de 2014

CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO DOS VÍDEOS NA DISCIPLINA PEDAGOGIA E EDUCAÇÃO - TURMA C - VÁRZEA DO POÇO

Critérios de avaliação:

Tempo de 10 min;

Apresentação d abordagens em 3 a 5 min;

Narrativa, imagens e escrita;

Criatividade (considerações finais);

Créditos dos produtores.

sexta-feira, 14 de março de 2014


Orientações para o desenvolvimento da Pesquisa-ação na disciplina Trabalho, Educação e Comunidade do Curso de Pedagogia:

  1. Realizar uma entrevista com um gestor (elaborar roteiro de entrevista de acordo o material estudado sobre cidade e/ou município educador) - O que pode ser caracterizado em nossa realidade como um espaço educador? O que falta para que nossos municípios se tornem cidades educadoras? Existe alguma proposta educativa que possibilite a participação popular?
  2. Conhecer o projeto político de uma escola municipal para verificar se há a garantia de um currículo transdisciplinar;
  3. Fazer um levantamento de espaços educativos no município, registrando-os - fotografar/filmar;
  4. Construir um plano para a construção de uma proposta de educação participativa que considere os princípios do município educadora a partir das reflexões realizadas no decorrer da operacionalização das etapas 1 e 2, envolvendo os espaços educativo registrados na etapa 3;
  5. Organizar apresentação dos resultados da atividade de pesquisa para socialização no grupo.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

O USO ÉTICO E LEGAL DA TECNOLOGIA DENTRO E FORA DA SALA DE AULA.

PECK, Patrícia; SLEIMAN, Cristina. O uso ético e legal da tecnologia dentro e fora da sala de aula. In___: Pátio Revista Pedagógica. Porto Alegre: Artes Médicas Sul. V. 1, n. 44, nov. 2007/jan. 2008.

Resumo[1]

Por:

Adriana Moreira, Georgina Rocha, Landival Reis, Liomara Marques, Marina Carneiro, Mércia Oliveira, Natan Marques, Paula Roberta.[2]

Um dos principais problemas enfrentados pelos professores nas escolas é a disputa desigual entre a atenção do aluno para as suas aulas e o uso dos meios tecnológicos dos quais a maioria não mais consegue se afastar, além da utilização desenfreada e irresponsável, ficando os mesmos expostos a qualquer tipo de transtorno que venha ocorrer a partir do uso inadequado e sem controle. Professores travam uma batalha com possibilidades improváveis de chegar a um possível acordo, onde as salas de aula estão quase que tomadas pelos aparelhos tecnológicos e de acesso à internet. Vale então tentar aliar-se a essas novidades no intuito de favorecer a aprendizagem e conscientizar a todos para o uso responsável desses instrumentos. O mais importante é saber o que e como esses meios de informação estão sendo usados para que isso não traga problemas futuros envolvendo família, escola, e até mesmo a comunidade. A privacidade das pessoas está ameaçada a todo o momento e os crimes e irresponsabilidade no uso desses instrumentos é um dos maiores problemas enfrentados simplesmente pelo mau uso dos mesmos. Várias situações como assédio sexual, racismo, cyberbullying, etc., são os mais comuns, aonde as informações chegam às pessoas numa velocidade impressionante e descontrolada, o que acaba tornando-os alvos fáceis e indefesos. É claro que a tecnologia é uma grande aliada no intuito de se adquirir mais e mais informações a respeito de tudo no mundo, inclusive foi o principal instrumento que tornou real a tão falada globalização. No entanto, o uso desses meios implica em saber como este uso está sendo feito, se de forma responsável ou não. As pessoas muitas vezes não têm noção do perigo ao entrar em contato com estranhos e sites maliciosos sem se dar conta de suas verdadeiras intenções. Nesse sentido a escola tem um papel fundamental na orientação e no procedimento diante das tecnologias, conscientizando alunos e pais para que surta o efeito desejado. Crianças por exemplo, com acesso livre e sem acompanhamento, vão aceitando tudo sem o conhecimento de causa, o que poderá condicionar às vezes problemas e situações constrangedoras e irreversíveis. Todos esses problemas e situações apontadas no texto fazem parte de uma série de fatos que tenta nos deixar alerta para esse risco, “o perigo virtual”, e muitos ainda resistem achando tudo isso que foi relatado, não passa de uma grande bobagem, há ainda aqueles que querem mesmo é serem expostos e virarem notícia, seja boa ou ruim, mas devemos estar seguros e prevenidos para a utilização correta dos meios tecnológicos, os quais foram criados no intuito de fazer as notícias e conteúdos importantes chegarem mais rápidos a qualquer destino, encurtando distâncias e prestando serviços por meio da informação.     




[1] Trabalho solicitado na disciplina de Mídias e Educação pelo professor Charles Maicon de Almeida Mota.
[2] Graduandos do 6º semestre do Curso de Pedagogia pela Faculdade Regional de Riachão do Jacuípe (FARJ).
O que fazer com os computadores na escola?

RISCHBIETER, Luca. O que fazer com computadores na escola. In___: Pátio Revista Pedagógica. Porto Alegre: Artes Médicas Sul. V. 1, n. 47, ago/out. 2008.
                                 
Resumo[1]

Por:

Adelma Lima, Cleomar Santos, Elijane Santos, Graciele Sousa, Ivaní Lopes, Marivânia Medrado, Rosineide de Jesus, Rutineia Matos e Simone Honorato[2]

Segundo as informações contidas no texto “o que fazer com os computadores na escola”, da Revista Pedagógica Pátio, afirma que os computadores devem servir para que a escola melhore a qualidade do seus processos de ensino, as aprendizagens fundamentais e as diferentes áreas do conhecimento. Para que esse desenvolvimento educacional aconteça é necessário que haja sensibilidade por parte do corpo administrativo inclusive o professor em adequar suas práticas educativas integrando da melhor forma possível os alunos aos meios tecnológicos possíveis, incentivando a descobrir e aprimorar suas habilidades necessárias ao seu desenvolvimento. Uma formação que busca a construção da cidadania, radiografando o raciocínio do aluno ensinando-o a pensar, servindo como uma moderna ferramenta de aprendizagem, pois mesmo os softwares (programas de jogos) mais simples e elementares podem produzir e trazer resultados surpreendentes.  Portanto, a tecnologia é entendida como um instrumento que ao implantar mais unidades de ensino não busca apenas levar conhecimento de informática e sim tornar a tecnologia um elemento importante e útil no dia-a-dia, que possibilita aos alunos a investigação de problemas, a definição das soluções, e por fim a sua superação.








[1] Trabalho solicitado pelo Professor Charles Maycom à título de avaliação parcial de Mídia e Educação.
[2] Graduandas  do 6° semestre  do curso de Pedagogia da FARJ.