O USO ÉTICO E LEGAL DA
TECNOLOGIA DENTRO E FORA DA SALA DE AULA.
PECK, Patrícia; SLEIMAN, Cristina. O uso ético e legal da tecnologia dentro e
fora da sala de aula. In___: Pátio Revista Pedagógica. Porto Alegre: Artes
Médicas Sul. V. 1, n. 44, nov. 2007/jan. 2008.
Resumo[1]
Por:
Adriana
Moreira, Georgina Rocha, Landival Reis, Liomara Marques, Marina Carneiro, Mércia
Oliveira, Natan Marques, Paula Roberta.[2]
Um dos principais problemas enfrentados pelos professores
nas escolas é a disputa desigual entre a atenção do aluno para as suas aulas e
o uso dos meios tecnológicos dos quais a maioria não mais consegue se afastar,
além da utilização desenfreada e irresponsável, ficando os mesmos expostos a
qualquer tipo de transtorno que venha ocorrer a partir do uso inadequado e sem
controle. Professores travam uma batalha com possibilidades improváveis de
chegar a um possível acordo, onde as salas de aula estão quase que tomadas
pelos aparelhos tecnológicos e de acesso à internet. Vale então tentar aliar-se
a essas novidades no intuito de favorecer a aprendizagem e conscientizar a
todos para o uso responsável desses instrumentos. O mais importante é saber o
que e como esses meios de informação estão sendo usados para que isso não traga
problemas futuros envolvendo família, escola, e até mesmo a comunidade. A
privacidade das pessoas está ameaçada a todo o momento e os crimes e irresponsabilidade
no uso desses instrumentos é um dos maiores problemas enfrentados simplesmente
pelo mau uso dos mesmos. Várias situações como assédio sexual, racismo,
cyberbullying, etc., são os mais comuns, aonde as informações chegam às pessoas
numa velocidade impressionante e descontrolada, o que acaba tornando-os alvos
fáceis e indefesos. É claro que a tecnologia é uma grande aliada no intuito de
se adquirir mais e mais informações a respeito de tudo no mundo, inclusive foi
o principal instrumento que tornou real a tão falada globalização. No entanto,
o uso desses meios implica em saber como este uso está sendo feito, se de forma
responsável ou não. As pessoas muitas vezes não têm noção do perigo ao entrar
em contato com estranhos e sites maliciosos sem se dar conta de suas verdadeiras
intenções. Nesse sentido a escola tem um papel fundamental na orientação e no
procedimento diante das tecnologias, conscientizando alunos e pais para que
surta o efeito desejado. Crianças por exemplo, com acesso livre e sem
acompanhamento, vão aceitando tudo sem o conhecimento de causa, o que poderá
condicionar às vezes problemas e situações constrangedoras e irreversíveis. Todos
esses problemas e situações apontadas no texto fazem parte de uma série de
fatos que tenta nos deixar alerta para esse risco, “o perigo virtual”, e muitos
ainda resistem achando tudo isso que foi relatado, não passa de uma grande
bobagem, há ainda aqueles que querem mesmo é serem expostos e virarem notícia,
seja boa ou ruim, mas devemos estar seguros e prevenidos para a utilização
correta dos meios tecnológicos, os quais foram criados no intuito de fazer as
notícias e conteúdos importantes chegarem mais rápidos a qualquer destino,
encurtando distâncias e prestando serviços por meio da informação.