terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

O USO ÉTICO E LEGAL DA TECNOLOGIA DENTRO E FORA DA SALA DE AULA.

PECK, Patrícia; SLEIMAN, Cristina. O uso ético e legal da tecnologia dentro e fora da sala de aula. In___: Pátio Revista Pedagógica. Porto Alegre: Artes Médicas Sul. V. 1, n. 44, nov. 2007/jan. 2008.

Resumo[1]

Por:

Adriana Moreira, Georgina Rocha, Landival Reis, Liomara Marques, Marina Carneiro, Mércia Oliveira, Natan Marques, Paula Roberta.[2]

Um dos principais problemas enfrentados pelos professores nas escolas é a disputa desigual entre a atenção do aluno para as suas aulas e o uso dos meios tecnológicos dos quais a maioria não mais consegue se afastar, além da utilização desenfreada e irresponsável, ficando os mesmos expostos a qualquer tipo de transtorno que venha ocorrer a partir do uso inadequado e sem controle. Professores travam uma batalha com possibilidades improváveis de chegar a um possível acordo, onde as salas de aula estão quase que tomadas pelos aparelhos tecnológicos e de acesso à internet. Vale então tentar aliar-se a essas novidades no intuito de favorecer a aprendizagem e conscientizar a todos para o uso responsável desses instrumentos. O mais importante é saber o que e como esses meios de informação estão sendo usados para que isso não traga problemas futuros envolvendo família, escola, e até mesmo a comunidade. A privacidade das pessoas está ameaçada a todo o momento e os crimes e irresponsabilidade no uso desses instrumentos é um dos maiores problemas enfrentados simplesmente pelo mau uso dos mesmos. Várias situações como assédio sexual, racismo, cyberbullying, etc., são os mais comuns, aonde as informações chegam às pessoas numa velocidade impressionante e descontrolada, o que acaba tornando-os alvos fáceis e indefesos. É claro que a tecnologia é uma grande aliada no intuito de se adquirir mais e mais informações a respeito de tudo no mundo, inclusive foi o principal instrumento que tornou real a tão falada globalização. No entanto, o uso desses meios implica em saber como este uso está sendo feito, se de forma responsável ou não. As pessoas muitas vezes não têm noção do perigo ao entrar em contato com estranhos e sites maliciosos sem se dar conta de suas verdadeiras intenções. Nesse sentido a escola tem um papel fundamental na orientação e no procedimento diante das tecnologias, conscientizando alunos e pais para que surta o efeito desejado. Crianças por exemplo, com acesso livre e sem acompanhamento, vão aceitando tudo sem o conhecimento de causa, o que poderá condicionar às vezes problemas e situações constrangedoras e irreversíveis. Todos esses problemas e situações apontadas no texto fazem parte de uma série de fatos que tenta nos deixar alerta para esse risco, “o perigo virtual”, e muitos ainda resistem achando tudo isso que foi relatado, não passa de uma grande bobagem, há ainda aqueles que querem mesmo é serem expostos e virarem notícia, seja boa ou ruim, mas devemos estar seguros e prevenidos para a utilização correta dos meios tecnológicos, os quais foram criados no intuito de fazer as notícias e conteúdos importantes chegarem mais rápidos a qualquer destino, encurtando distâncias e prestando serviços por meio da informação.     




[1] Trabalho solicitado na disciplina de Mídias e Educação pelo professor Charles Maicon de Almeida Mota.
[2] Graduandos do 6º semestre do Curso de Pedagogia pela Faculdade Regional de Riachão do Jacuípe (FARJ).
O que fazer com os computadores na escola?

RISCHBIETER, Luca. O que fazer com computadores na escola. In___: Pátio Revista Pedagógica. Porto Alegre: Artes Médicas Sul. V. 1, n. 47, ago/out. 2008.
                                 
Resumo[1]

Por:

Adelma Lima, Cleomar Santos, Elijane Santos, Graciele Sousa, Ivaní Lopes, Marivânia Medrado, Rosineide de Jesus, Rutineia Matos e Simone Honorato[2]

Segundo as informações contidas no texto “o que fazer com os computadores na escola”, da Revista Pedagógica Pátio, afirma que os computadores devem servir para que a escola melhore a qualidade do seus processos de ensino, as aprendizagens fundamentais e as diferentes áreas do conhecimento. Para que esse desenvolvimento educacional aconteça é necessário que haja sensibilidade por parte do corpo administrativo inclusive o professor em adequar suas práticas educativas integrando da melhor forma possível os alunos aos meios tecnológicos possíveis, incentivando a descobrir e aprimorar suas habilidades necessárias ao seu desenvolvimento. Uma formação que busca a construção da cidadania, radiografando o raciocínio do aluno ensinando-o a pensar, servindo como uma moderna ferramenta de aprendizagem, pois mesmo os softwares (programas de jogos) mais simples e elementares podem produzir e trazer resultados surpreendentes.  Portanto, a tecnologia é entendida como um instrumento que ao implantar mais unidades de ensino não busca apenas levar conhecimento de informática e sim tornar a tecnologia um elemento importante e útil no dia-a-dia, que possibilita aos alunos a investigação de problemas, a definição das soluções, e por fim a sua superação.








[1] Trabalho solicitado pelo Professor Charles Maycom à título de avaliação parcial de Mídia e Educação.
[2] Graduandas  do 6° semestre  do curso de Pedagogia da FARJ.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Diante dos períodos que marcam uma era tecnológica, é de suma importância nos questionar em qual dessas eras a nossa escola pública se encontra. Seria na era da interatividade? Na minha realidade ela ainda se encontra na era do computador, exigindo o desenvolvimento de aulas que incluam os computadores como uma tecnologia educacional.

Quem mexeu na minha sala de aula

RAMAL, Andrea. Quem mexeu na minha sala de aula? In: Pátio Revista Pedagógica. Porto Alegre: Artes Médicas Sul. V. 1, n. 50, mai/jul. 2009.

Resumo[1]
Por:
Adailma Santos, Cleidiane Silva, Elinete Sousa, Geovane Lima, Jéssica Reis, Maíra Santana, Maria Iolanda Carneiro, Uile Manuela Souza, Valquíria Matos.[2]


O texto analisado mostra o quanto a cibercultura possibilita transformar a forma como se aprende nos dias atuais, a sala de aula antes tida como espaço construído para aprender, onde o aluno passa cinco ou seis horas, passou a ser minúscula diante do mundo de informações ao qual o aluno tem acesso, mediante as múltiplas possibilidades que a tecnologia oferece. Vê-se que por mais que não seja a real intenção do aluno, buscar conhecimento, ele não passa pela experiência dos meios digitais, sem adquirir algum, para sua vida. Finalmente é de fundamental importância que o professor esteja incluso também nesta tecnologia digital, para que assim, possa utilizar todas estas possibilidades tecnológicas a seu favor, visto que na escola da cibercultura, se assim não for, o aluno vai preferir ficar em casa ou causar problemas em sala a ter interesse e prestar a, atenção no que o professor diz, tendo em vista que o maior agente de mudança é o professor e este tem que ter consciência que é dele a responsabilidade de mudar e atualizar-se sempre para estar acompanhando todas essa transformações, assim sendo, ele é consciente que quem “mexeu na sala de aula” dele foi ele porque ele tem que se “mexer” mesmo no sentindo de esta sempre em busca do novo.    



[1] Trabalho solicitado na disciplina Mídias e Educação pelo Prof. Esp. Charles Maycon de Almeida Mota.
[2] Graduandas do 6º Semestre do Curso de Pedagogia pela Faculdade Regional de Riachão do Jacuípe – FARJ.
Educação a distância e contexto educativo

CORRÊA,Juliana.Educação a distância e contexto educativo.In_:pátio Revista pedagógica. Porto Alegre: Artes Médicas sul.V.1,n.41,fev/abr.2007.

Resumo[1]

Por:

Cristina Rita Nunes, Jacenilda Alves, Marileide Maria da Silva, Patrícia Moreira, Renata Ferreira, Sidna Vanessa Silva, Telma Mendes, Valdiziane Santos e welliton Lima.[2]

Embasado no texto de Juliana Corrêa, o ensino a distância (EAD) hoje é uma realidade educacional, tanto no campo acadêmico quanto no ensino médio, percebe-se que essa tendência de ensino tem sido adotada por vários segmentos: graduações, pós-graduações, mestrado e doutorado. O ensino a distância no Brasil ainda sofre certa resistência devido à cultura de aula presencial, por isso, é necessário um olhar atento destituído de todo e qualquer tipo de preconceito ou crítica ao indivíduo que está ingresso nesta nova modalidade de ensino (EAD) o educador deve estar na vanguarda tecnológica, pois a realidade atual não permite atuar em sala de aula ou no campo da educação sem estar familiarizado e capacitado para lidar com os recursos tecnológicos e a velocidade de comunicação e informação. Diante dessa afirmação, percebe-se que o ensino a distância é uma realidade crescente e positiva no Brasil dando oportunidade aos desfavorecidos financeiramente, descentralizando dos grandes centros urbanos e ao que podemos chamar de excluído índios, negros, pardos entre outros.



[1] Pelo professor Charles Maycon de A. Mota na disciplina Mídias e Educação.
[2] Pelas graduandas do curso de pedagogia VI semestre pela Faculdade Regional Riachão do Jacuípe – FARJ.
Museu e Ciberespaço

SARTOR, Ademilde Silveira; MOREIRA, Patrícia Justo. Museus e Ciberespaço. In-: Pátio Revista Pedagógica. Porto Alegre: Artes Médicas Sul. V1, n.48, nov.2008/jan.2009.

Resumo [1]

Por:

Adriana Nascimento de Jesus, Ceilza dos Anjos Souza, Nilzete da Silva Batista, Odete Terezinha Carneiro de Lima, Soraia de Sousa Carneiro.[2]

Segundo o autor, no final do século XVIII, o museu passou a ser concebido como um espaço voltado à comunicação de massa. Coletar, conservar e pesquisar era as principais funções, mas a função expositiva passou a ser predominante à medida que a instituição museológica tornou-se pública. Os museus configuram-se como importantes recursos para flexibilizar a ação da escola.  Diante das mudanças culturais, os museus adquiriram possibilidades interativas de intervenção. Possibilitar o acesso a um museu de modo virtual é uma estratégia de divulgação e de pesquisa que contempla a memória e a produção de conhecimento, o que implica processos de produção, circulação e difusão de bens culturais históricos e educacionais por meio do ciberespaço. Ao disponibilizar seu acervo virtualmente, o museu pode estar em diversos espaços ao mesmo tempo e levar a eles história e cultura, possibilitando a aprendizagem em espaços informais para pessoas em qualquer lugar. Um museu virtual pode ser um instrumento pedagógico importante para educadores e educandos, pois coloca o universo das artes e da ciência à disposição do aluno, de forma que este se movimente, navegue pelas obras e pelos documentos utilizando os periféricos de interface e obtenha informações relevantes para a sua aprendizagem. Compreendendo a importância dos museus, verifica-se que a prática em sala de aula torna-se mais dinâmica, pois além de motivar os alunos à pesquisa da arte e da cultura, desperta a curiosidade para os demais conteúdos, favorecendo a interação entre os sujeitos inseridos nesse processo.   


[1] Trabalho realizado na disciplina de Mídias e Educação, pelo professor Charles Maycon, para fins avaliativos.
[2] Graduandas do 6º semestre do curso de Pedagogia da Faculdade Regional de Riachão do Jacuípe – FARJ.